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Jesus Cristo, nosso Cordeiro Pascal

Postagem enviada em 06/03/2013

“Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós.” (I Co 5.7).

A última praga que Deus enviou sobre o Egito foi a sentença de morte de todos os primogênitos. Isso também teria acontecido aos hebreus, se eles não tivessem sacrificado o cordeiro pascal e se protegido com o seu sangue redentor.

Além do livramento da escravidão no Egito, a páscoa se constituiu em primeiro dia do ano religioso dos hebreus e o começo de sua vida nacional. Ela aconteceu no dia 14 de nisã (abibe), que corresponde aos nossos meses de março e abril.

Desejando Deus que seu povo se lembrasse sempre da noite do seu livramento, instituiu a festa da páscoa como comemoração perpétua. A palavra páscoa significa “passar de largo”, pois o anjo destruidor passou de largo nas casas onde havia sido aplicado o sangue nas ombreiras e na verga da porta. A festa da páscoa é a figura mais clara no Antigo Testamento da nossa salvação individual pela fé, no sangue vertido por nosso Senhor Jesus Cristo, o nosso cordeiro pascal.

A importância da páscoa é demonstrada pelo fato de que na época de Cristo era a festa por excelência, a grande festa dos judeus. O rito não só olhava retrospectivamente para aquela noite no Egito, mas, também, antecipadamente para o dia da crucificação.

Desde o ano 325, no Concílio de Nicéia, quando o imperador Constantino reconheceu o cristianismo como a religião oficial do império romano, também determinou que a páscoa fosse comemorada por todos os cristãos, no domingo seguinte à lua cheia do equinócio da Primavera, isto é, após o dia 21 de março. (Equinócio - Ponto da órbita da Terra em que se registra uma igual duração do dia e da noite, o que sucede nos dias 21 de março e 23 de setembro. Dicionário Aurélio).

Os chineses celebravam o início da primavera oferecendo ovos de pata pintados em cores fortes aos parentes e vizinhos. Os ovos de chocolate se tornaram referência da Páscoa a partir de 1828, para alavancar as vendas das primeiras indústrias do ramo. Desde então, elementos dos cultos pagãos vêm sendo incorporados à celebração da páscoa.

A Ceia do Senhor foi instituída por Cristo na noite em que Ele foi traído. É celebrada em memória do seu amor imperecível pelos seus seguidores. O pão que partimos é a comunhão do corpo de Cristo. O cálice que bebemos é a comunhão do sangue de Cristo. A celebração é o penhor da sua volta. Portanto, devemos ser bastante cuidadosos e criteriosos para que não comamos e bebamos de maneira indigna. (examine-se o homem a si mesmo). Quando chegarmos à mesa, pensemos em Cristo. (fazei isto, em memória de mim).

Assim como a páscoa foi instituída para marcar o começo da saída da escravidão no Egito. Assim também na comunhão com Cristo encontramos uma saída que nos liberta da velha vida com sua escravidão ao pecado.

Meus queridos irmãos, membros e congregados da nossa IEADERN, não precisamos festejar a páscoa (uma celebração típica dos judeus que tinha no cardápio cordeiro e ervas amargas e não coelho e ovos de chocolate). Devemos sim, através da celebração da Ceia do Senhor (uma ordenança neotestamentária) relembrar o modo como Jesus Cristo nos libertou do pecado (na cruz do calvário) e expressar a nossa esperança pelo dia da sua vinda.

Jesus Cristo, o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, foi sacrificado na páscoa para nos dar vida abundante.

“Para que todos sejam um”

Martim Alves da Silva

 

 

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